RETROSPECTIVA 2007
Cabe a cada um dos blogueiros do projeto do Globoesporte.com fazer uma retrospectiva de seu clube no ano de 2007. Os fatos que marcaram positivamente o São Paulo Futebol Clube serão contados neste texto, com a minha visão de alguns deles.
Não tenho medo de afirmar que o ano de 2007 foi um dos mais significativos na importante história do Maior do Mundo. Se analisarmos, não somente os resultados do futebol, como também a evolução, crescimento e, principalmente, consolidação de alguns aspectos do clube, constataremos toda essa positividade. E é isso que analisarei nas próximas linhas.
Antes de comentar sobre os fatos que marcaram nosso clube neste ano que se passa, gostaria que todos os leitores se fixassem nos três objetivos do São Paulo Futebol Clube, segundo os seus próprios diretores: Conquistar títulos, aumentar o patrimônio do Clube e crescer a marca “São Paulo”, aumentando sua torcida e qualificando-a como consumidora efetiva do clube.
Penso que o São Paulo conseguiu grandes melhorias nos três objetivos.
Objetivo 1: Conquistar títulos
A conquista do pentacampeonato brasileiro em 2007. Não faz muito tempo que diversos torcedores reclamavam da falta dos títulos nacionais (sobretudo os Campeonatos Brasileiros, pois Copa do Brasil, para o São Paulino vale somente pelo carimbo para a Libertadores). O São Paulo, além de ter se consolidado como o único clube que conquistou Brasileiros em todas as décadas desde a criação do mesmo, alcança o seu quinto caneco de maneira brilhante e irrepreensível, com quinze pontos a frente do segundo colocado e com uma das melhores defesas da competição, que fica para a história como uma das mais emocionantes.
Falando na competição, aí vai uma boa constatação: O São Paulo, com o bicampeonato 2006 e 2007, obriga os demais clubes a se mexerem (leia-se: se organizarem) para enfrentar os pontos corridos. Isso só abrilhanta ainda mais a competição. Saindo do “âmbito torcedor”, o sistema de pontos corridos, cada vez mais assimilado pelos clubes e torcedores brasileiros, é uma das grandes saídas para o futuro profissional no esporte. Com os pontos corridos, os calendários do Brasileirão são conhecidos um ano antes da competição (embora ainda aconteçam algumas falhas), dando credibilidade aos patrocinadores para investirem no mesmo, já que já sabem com antecedência o que vai acontecer. Não é por acaso que, após essa compreensão e credibilidade, os estádios voltaram a crescer. O torcedor está percebendo que existem vários objetivos na competição e que, fatalmente, seu clube briga até o final para conquistar, pelo menos, um deles.
Repito: Competição sem calendário não tem credibilidade. Competição sem credibilidade não atrai investimento. Sem investimento, há menos renda aos clubes. Sem renda não há como investir nos protagonistas do futebol, isso é, os jogadores. E sem jogadores não há motivação para a audiência.
Além do pentacampeonato, o São Paulo ainda conquistou dois títulos expressivos nos torneios mundiais das categorias de Base: O Mundial sub-20 em Dallas (Estados Unidos) e o Mundial sub-17 em Albacete (Espanha).
Objetivo 2: Aumentar o patrimônio do Clube
O CFA (Centro de formação de atletas de Cotia) e o Reffis tricolor são, sem dúvida, dois importantes patrimônios que diferenciam o São Paulo e o posiciona na rota dos Clubes mais importantes do Mundo.
Os dois primeiros frutos tangíveis do tricolor no CFA já retornaram todo o investimento com sobras. Denílson (vendido por 5 milhões de dólares para o Arsenal) e, principalmente a revelação do Brasileirão Breno (vendido por 18 milhões de dólares ao Bayern) mostram a excelência e grandiosidade do projeto, criado na administração de Marcelo Portugal Gouvêa e consolidado neste ano, com a venda de Breno.
Uma importantíssima conquista do São Paulo, em relação ao CFA, e que foi muito pouco divulgada na mídia, foi a obtenção de Através da Lei de Incentivo ao esporte, de recursos para realizar obras no CFA. A verba destinada pelo Ministério dos Esportes foi de R$ 13.868.493,51 e será investida em três projetos: A implantação de um centro de reabilitação para avaliação, prevenção e recuperação dos jovens atletas (um Reffis para o CFA), construir um alojamento em uma área de 4.220 metros quadrados para 148 atletas e, por fim, construir uma arquibancada, com estacionamento fechado e privativo para o público, em dias de jogos das categorias de base.
Já o Reffis se consolidou neste ano como um dos mais poderosos centros mundiais de recuperação de atletas profissionais, apontado por alguns clubes estrangeiros (incluo o Manchester, o Real Madrid e o Barcelona) como o melhor. A maior prova é a contratação (por empréstimo) de um dos jogadores mais valiosos do futebol mundial, que está em má fase técnica e precisa recuperar o seu futebol. O mundo viu, em 2007, que o melhor caminho para a recuperação de um jogador como Adriano, é o São Paulo. O São Paulo dá a melhor condição, aí é com o craque.
Objetivo 3: Crescer e valorizar a marca “São Paulo”
Quem vê pensa que isso é uma empresa... Não, não é, mas é como se fosse. O São Paulo é um clube, mas administrado e gerido como se fosse uma empresa. Como toda boa empresa, o trabalho da marca perante os seus consumidores (e futuros consumidores) é fundamental. Seus diretores sabem muito bem separar o emocional do profissional e trabalhar os dois sentimentos em separado. Diretor do São Paulo torce, sim. Mas, sobretudo trabalha sem emoção. Deixa a emoção com quem é de direito: o torcedor.
Neste ano tivemos duas significativas consolidações: A Reebok e a LG mantiveram sua intenção de estar ao lado do clube com importantes cifras e uma parceria de respeito mútuo. A LG sabe que, antes de vir para o Brasil, precisava de visibilidade alta pela concorrência de mercado e o tricolor, com sua torcida em todo país e sua exposição nacional e internacional, deu esse retorno. Atualmente ela figura entre as líderes de “Top Mind” (marcas mais lembradas) no seu segmento no Brasil.
A Reebok está trilhando o mesmo caminho que a LG. Empresa de nome internacional, ela está ainda iniciando no mercado brasileiro, e por isso conta com a visibilidade do São Paulo. Em 2007 foi inaugurada a RBK Concept Store; a maior loja “indoor” (dentro de um estádio) da América Latina. Mais um importante passo para a grande “reforma comercial” que acontecerá no Morumbi nos próximos anos.
Além dessas consolidações, a Warner Bros iniciou seu trabalho de licenciamento com o tricolor em 2007. O ponto de partida foi o Pernalonga com a camisa 1, esgotado rapidamente nas lojas de São Paulo. Já vieram o Taz e outros bichos de pelúcia que certamente seduzirão os novos torcedores. Outras ações e alguns ajustes de distribuição ainda devem acontecer, pois ainda é um início de trabalho, mas que certamente irá se consolidar nos próximos anos, assim como a LG e como está se encaminhando a Reebok.
Tudo isso nos projeta a continuação de um plano diretor vencedor para o futebol, o marketing e o administrativo. O São Paulo é ambicioso e vanguardista, e está sempre a um passo dos demais clubes (em alguns casos, dois, três, dez...). Mas para alçar vôos como os que estamos alçando (com resultados expressivíssimos a longo prazo, acreditem) é preciso dar um passo de cada vez, sem se esquecer da estrutura toda criada. Sem dívidas também.
Para 2008 tenho certeza que será ainda melhor que 2007. Tanto em títulos, como em marca e em patrimônio. É por isso que tanto nos invejam e tentam arrumar alguma coisa superficial para tentar nos provocar. É porque, quando a gente fala que a previsão é que 2008 será melhor que 2007, é porque “eles” sabem que fatalmente será mesmo!
Antes de finalizar a retrospectiva, agradecer ao Globoesporte.com, especialmente o Robinson e o Filipe, que e esforçaram MUITO no ano para oferecer a melhor estrutura para todos os blogueiros do projeto. Se Deus quiser estaremos com vocês no ano que vem!
Torcedor tricolor: Um feliz 2008 para você. Quero ver você em 2008 aqui no blog, participando, sugerindo, aprendendo, ensinando e comentando sobre o Maior do Mundo. Espero ter contribuído para a grandeza do nosso clube neste espaço e, se eu conseguir fazer, pelo menos um torcedor ter virado são-paulino, já valeu todo o esforço!
Obrigado pela participação.
Perrone
PS: Apesar deste texto de final de ano, o ano não terminou para os diretores do São Paulo. Amanhã teremos algumas reuniões no clube e provavelmente algumas coisas serão encaminhadas. Amanhã também resolverei algumas questões de trabalho que, de certa forma, também envolvem o tricolor e vocês terão muitas surpresas boas, assim espero. Forte abraço!
GRITO DE GUERRA PARA A LIBERTADORES
Todo ano a torcida do São Paulo bola um novo "grito de guerra" para incentivar, em massa, o time durante as partidas. Gritos como o uníssono "É tricolor ÔoooOOoooOOo é tricolor!!!" ou o "Vai lá vai lá vai lá, vai lá de coração, vamos São Paulo, vamos São Paulo, vamos ser campeão" (criado por um torcedor do Chacaritas Jr. da Argentina) ficaram famosos e ajudaram a empurrar o time na Libertadores e Mundial de 2005.
Passeando pelos sites de torcida e comunidades do tricolor, achei uma proposta que já está rolando entre os torcedores do Maior do mundo. Segue o vídeo abaixo:


OPINIÃO: SAIBA QUEM SÃO OS ADVERSÁRIOS
DO SÃO PAULO NA TAÇA LIBERTADORES 2008.
A Conmebol sorteou os grupos de próxima Taça Libertadores da América 2008 na noite desta quarta-feira. O São Paulo ficou como cabeça de chave do grupo 7, e terá como adversários o Sportivo Luqueño (PAR), o Atlético Nacional (COL) e o vencedor de Audax Italiano (CHI) ou o provável Boyacá Chico (COL), que deve ser o terceiro colocado do campeonato colombiano.
No geral, penso que os adversários foram bons para o tricolor. Será um pouco melhor se o Audax for classificado e um pouco pior se o Boyacá Chico entrar. O grupo pode ser bom, mas não é exatamente um grupo fácil, como muitos estão ditando. Os times colombianos sempre são "chatos" de se enfrentar, além da viagem, mais longa e desgastante para os jogadores e para a torcida.
Não é exatamente uma "baba", mas, se pensarmos que nenhum clube mexicano, nem os tradicionais Colo-Colo (CHI) e Nacional (URU), nem o Potosí (e seus 4 mil metros na Bolívia) muito menos a pentelha LDU (ECU) está em nossa chave, já é um bom motivo para achar a chave boa. Esses clubes citados ou são complicados, ou tradicionais ou distantes, ou tudo isso de uma vez.
O Sportivo Luqueño (PAR) é um adversário "ideal". É um time pequeno, na próxima cidade de Luque (pertinho de Assunção e vizinha ao Aeroporto Internacional). O Luqueño manda seus jogos num "caldeirãozinho", o Estádio Feliciano Cáceres, com capacidade para 17.000 pessoas. Na teoria, não mete medo nenhum. Ah, sabe quem é idolo lá? José Luis Chilavert. Ele mesmo!
Já a Corporación Deportiva Club Atlético Nacional é uma equipe bem mais tradicional na Libertadores, apesar de ser nova (fundada em 51). O clube fica em Medellín (pelo menos não vamos precisar de muito esforço terrestre para chegar até o estádio) e a sua maior conquista foi exatamente uma Taça Libertadores da América, em 1989, também chegando na final em 1995. O estádio Atanasio Girardot comporta 45 mil pessoas. Atenção especial com este time, que é considerado atualmente o melhor colombiano e foi o último clube de Aristzabál antes de encerrar a carreira. O ex-palmeirense Muñoz joga lá...
Ainda não posso analisar o último adversário, que sairá entre Audax e o Boyacá Chico, mas acredito que, como disse anteriormente, se der Audax, será melhor logisticamente, pois o Boyacá Chico manda seus jogos na cidade de Tunja que, sinceramente, nunca ouvi falar. Imaginem o trabalho que vai dar... Santiago é "aqui do lado", o time chileno não mandou o jogo no seu pequeno estádio ano passado e, se o tricolor tivessse tido um pouco mais de esforço, teria ganho a partida e até alterado o seu panorama na classificação final da primeira fase.
É isso que quero falar: Vamos botar na cabeça que temos que nos classificar BEM nessa fase de grupos. Classificar nós já vamos. Precisamos é obter o maior número de pontos possíveis para termos vantagens nas fases seguintes. Parece óbvio mas precisa ser falado pois, no ano passado, não senti um forte compromisso neste sentido por parte do elenco e comissão técnica. Libertadores tem que se pensar em tudo.
Só para terminar, acredito que, dos brasileiros, a nossa chave foi boa. É só ver o que o Santos e o Fluminense irão pegar. Só torço para não pegarmos dois colombianos na chave, até para não termos, nós torcedores, que visitar o país duas vezes. O Chile é bem mais legal e perto. Boa sorte Audax!
Veja o raio-x do grupo tricolor no Globoesporte.com
Saudações tricolores!
O que você achou das chaves da Libertadores 2008?
Gostou dos adversários do São Paulo?
Será que o tricolor vai dar o sangue para ser o primeiro na classificação?
Opine, palpite, participe do blog do Maior do Mundo!
GILMAR CONFIRMA: ADRIANO É DO MAIOR DO MUNDO!
Felicidade, como quem pensa: "Agora sim, sou do Maior do Mundo!"
Adriano é o novo reforço do Tricolor! Gilmar Rinaldi, procurador do atacante e ex-goleiro do tricolor acaba de confirmar a transação. O artilheiro ficará no Morumbi, por empréstimo, até o final de junho, isso é, até o final da Libertadores e o Paulistão. Ele é o terceiro reforço para a temporada 2008. Virão mais!
Adriano, na minha opinião, foi a melhor notícia que se podia dar neste final de ano e vem para ser a referência de gols no ataque. O time do São Paulo tem como característica jogar em função de um centroavante e não ano que vem não será diferente. Adriano é forte, sabe fazer a parede muito bem e tem a vantagem de fazer gols. É um centroavante vertical, do jeito que o torcedor gosta. É só ficar afastado das baladas que acredito que será o grande diferencial lá na frente.
Pode brindar, torcedor tricolor!
Palpite, sugira, participe do blog tricolor!
PS. A Notícia já consta nos proncipais sites esportivos (inclusive no Globoesporte.com). Pelo que apurei não só o Gilmar confirmou como o MAC também, além de um outro diretor.
PS 2: Acaba de sair no site oficial do São Paulo Futebol Clube.
IMPORTANTE: EM BREVE PEGAREI DETALHES DO CONTRATO DE ADRIANO, COM A DATA CORRETAS DE TÉRMINO E A POSSÍVEL CLÁUSULA CASO O TRICOLOR VÁ A FINAL DA COMPETIÇÃO. DIVULGAREI ASSIM QUE POSSÍVEL ESTA INFORMAÇÃO.
Crédito da foto: Diário de S. Paulo
O PLANO DIRETOR DE FUTEBOL DO SÃO PAULO
Muitos tem questionado uma suposta indiferença e morosidade no andamento das negociações de reforços do São Paulo Futebol Clube. Vou manifestar a minha opinião e espero que todos compreendam e discutam a linha de pensamento, mesmo não concordando com ela, ok?
Em primeiro lugar quero dizer que, como torcedor que sou, entendo perfeitamente a ansiedade da torcida são-paulina por reforços e definições, em especial para a Libertadores 2008, que promete ser dura e bastante disputada pela qualidade dos times que estão no certame. Apesar de entender essa natural impaciência, eu não consigo separar o racional do emocional, principalmente se tratando de complicadas transações que naturalmente levam tempo, energia e tino para serem concretizadas.
Como plano diretor do futebol, o São Paulo tem uma linha de trabalho que privilegia as oportunidades de mercado. Nisso estão incluídos jovens atletas com potencial de serem revelados, jogadores com experiência e bom histórico a custo praticamente zero e consagrados com alguma necessidade clínica, como foram Luisão e, principalmente Ricardo Oliveira, além daqueles que querem voltar ao país por algum motivo. Outro diferencial do plano diretor do futebol tricolor é a reposição de peças sem a perda do esquema tático já definido e entendido pelo elenco. O plano está tão bem executado nos últimos anos que, nem mesmo quando foi campeão mundial, o São Paulo se desmanchou de uma só vez. Peças foram saindo e peças foram chegando.
Sendo assim, é importante dizer é que, como o perfil de trabalho é de reposição de peças, dificilmente o São Paulo contratará "de baciada" jogadores. A idéia é que a máquina sempre funcione, seja com a peça "A" ou a peça "B". Juninho e Joílson chgegaram para substituir, respectivamente, Breno e o improvisado Souza. É por isso que virão mais dois ou três, e não os quinhentos mil que são especulados todos os dias.
Outra questão é o famoso "NDA", isso é, o compromisso de confidencialidade durante a negociação. Claro que existem jogadores negociando com o São Paulo. Isso já foi colocado pelos diretores que, segundo informações que eu tenho, realmente estão atrás de jogadores experientes, de fora do país (ou de times de fora do país) e "com espírito guerreiro", como foi o perfil dos jogadores dos três últimos anos. Acontece que, como todo negócio, existe o tempo certo e o sigilo para cada coisa evoluir bem. Quem conhece e está acostumado com negociações (em qualquer ramo) sabe que o tempo é um dos fatores obrigatórios, além de outras variáveis, como a janela de mercado européia, que só fecha em janeiro. Quem reclama da diretoria esquece que Jorge Wagner fora contratado quando estava a caminho de Porto Alegre e Leandro quando estava desembarcando nas Laranjeiras. Sigilo e procedimento não fazem mal algum.
Eu confio nessa diretoria e no plano diretor de trabalho que ela aplica para o futebol. Por isso não questiono nem os métodos nem e o tempo de negociação, pois acredito que no final teremos um time competitivo e com condições de enfrentar o ano com sucesso.
O próprio São Paulo provou para todo o mundo que ninguém ganha título só com contratações. É preciso planejamento, boa execução e uma bela dose de paciência nas negociações.
No popular: Na minha opinião, ainda é cedo para avaliar, elogiar ou reclamar!
Saudações tricolores!
Palpite, prestigie, participe da discussão deste tópico!



Daniel Perrone, 35 anos, publicitário, é sócio e diretor de criação da Diretta Web desde 1999, tendo passado por agências como a McCann Erickson, DPZ e Foote, Cone & Belding (FCB). Além de colunista da SPNet, é professor de publicidade online no Instituto Europeo di Design (IED), em São Paulo.